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Eu tenho uma voz​

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A Childhood Brasil, organização fundada há 24 anos pela Rainha Silvia da Suécia, promove em maio, mês de conscientização ao combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes, o lançamento do curta-metragem “Eu Tenho Uma Voz”. A pré-estreia será na Cinemateca Brasileira, em São Paulo, seguida de um debate sobre a causa. O curta-metragem ficará disponível para o público no Canal Futura, TodesPlay e Cardume.

O filme, de cunho social, é um musical de 8 minutos que visa contribuir com a prevenção e enfrentamento do abuso sexual de crianças e adolescentes. A canção é a espinha dorsal da história em contraste com os acontecimentos trágicos do abuso. A obra terá um pré-lançamento no dia 15 de maio, durante a Semana Nacional de Combate ao Abuso Sexual de Crianças e Adolescentes. O lançamento oficial será em 18 de maio, Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração de Crianças e Adolescentes.

Patrocinado pela Childhood Brasil, o curta tem como objetivo conscientizar a população que o tema não deixa de existir porque não é discutido – na verdade o problema só se agrava quando é silenciado. A organização acredita que o audiovisual é uma importante ferramenta para contar histórias difíceis e discutir esse tema que ainda é um grande tabu na sociedade brasileira.

“Uma parte importante do problema da violência sexual contra crianças e adolescentes é a falta de conversa. Precisamos ouvir as vítimas e entender que, muitas vezes, meninos e meninas se expressam para além da voz, seja por meio de gestos, desenhos, comportamentos e até mesmo com o silêncio”, ressalta Laís Peretto, diretora executiva da Childhood Brasil.

O filme
O curta-metragem reforça um dado estatístico: o abuso sexual de crianças e adolescentes ocorre em sua maioria por pessoas próximas à vítima. E visa desmistificar o abusador como um único perfil: ele pode ser o parente próximo, um jovem, um idoso, etc. Gabi é a personagem principal e sua história é apresentada em três idades diferentes: 8, 13 e 32 anos, para que o público entenda como a violência marcou a sua vida. O acolhimento também é um importante fio condutor da obra.

“Acreditamos na arte e no poder transformador do filme. Trabalhamos incansavelmente para que as vítimas possam falar, que encontrem suas vozes para se libertar dos traumas e que tenham uma escuta respeitosa e atenta”, afirma Laís.

A produção é comandada por Clara Verdier, Gustavo Cabral e Mauricio Rodrigues. A direção é da dupla Impalas – Barbara Ramoz e Juliana Albuquerque. Já o elenco conta com: Clara Verdier, Bia Brumatti, Isabella Bertozzi, Rafaela Mandell, Ivo Müller, Eike Duarte e Maximiliana Reis. No total, mais de 70 profissionais integraram diversas áreas do projeto.

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